A importância da busca do conhecimento

O conhecimento humano é uma sentença usada para toda a experiência humana adquirida até o instante. É a soma de todos e cada um dos pensamentos, criações e também invenções da mente humana.

Embora o conhecimento continuamente tenha sido necessário para elaborar os produtos, sua relevância aumentou vertiginosamente com o desenvolvimento da tecnologia e também da ciência, particularmente nas últimas dezenas de anos do século XX.

É fundamental descobrir como utilizar as informações e também o conhecimento já existentes na organização. O “conhecimento” não se encontra exclusivamente nos documentos, nas bases de dados e também nos sistemas de informação, porém também nos processos de negócio, nas práticas dos grupos e também na experiência acumulada pelas pessoas para aumentar sua produtividade e invadir novas possibilidades.

Informação e  conhecimento são, essencialmente, criações humanas, e também nunca seremos capazes de administrá-los se não levarmos em consideração que as pessoas desempenham, nesse cenário, um papel fundamental.

Davenport (2001) define dados como “observações sobre o estado do planeta” e também definiu conhecimento como a informação mais valiosa e também, conseqüentemente, mais difícil de gerir. É valiosa porque alguém deu à informação um contexto, um significado, uma versão; alguém refletiu sobre o conhecimento, acrescentou a este sua sabedoria, considerou suas implicações mais amplas. Diz que a relevância do envolvimento humano aumenta à proporção que evoluímos por esse processo dados-informação-conhecimento.

Os dados, as informações e também o conhecimento.

Conforme as definições do dicionário Aurélio, não há extensa diferença entre os dados, as informações e o conhecimento. Ainda que com explicações variadas, qualquer um dos termos é assinalado como expressão com sentido aproximado para os outros.

Já para os estudiosos da língua, o estudo é um tanto diferente. “Dado, Informação, Conhecimento e Competência”, do professor Waldemar Stzer, do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de São Paulo, aponta que “informação” é uma abstração informal que está na mente de alguém, representando um tanto significativo para essa população, ao passo que “dados” é a representação da informação em formato que permita que ela seja armazenada em um computador.

Outra diferença fundamental apontada pelo responsável é que os “dados” são puramente sintáticos, ao passo que a informação é um tanto que contém, infalivelmente, semiologia. Por último, o mestre caracteriza “conhecimento” como uma abstração interna, pessoal, de um pouco que foi ladino, vivenciado por alguém. Desta forma, o conhecimento não é possível de ser descrito.

Pierre Levy (1999) filósofo francês, um dos primordiais estudiosos sobre a chamada Era da Informação, também apresenta um pequeno número de ideias interessantes sobre os termos. O responsável destaca que a informação e o conhecimento são as primordiais fontes de produção de riqueza, explicando que o descobrir de antemão se prendia ao fundamento e também hoje em dia se mostra como figura móvel. Levy fala que, hoje em dia, o conhecimento está nas mãos das pessoas que aprendem, transmitem e também produzem conhecimentos de forma cooperativa em sua atividade cotidiana. E também constata que enquanto a informação é transmitida de uma pessoa para outra, esta não está perdendo e que, enquanto esta informação é utilizada, ela não é destruída.

A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, como que este consiste de crença verdadeira e também justificada. Aristóteles divide o conhecimento em três áreas: científica, prática e também técnica.

Além dos princípios aristotélico e também casto, o conhecimento é possível ser classificado em uma série de designações/categorias:

Conhecimento Sensitivo:

É o conhecimento natural entre humanos e também animais. Obtido de nossos ensaios sensitivos e também fisiológicos (tato, visão, cheiro, audição e também paladar).

Conhecimento Intelectual:

Esta categoria é exclusiva ao humano; trata-se de um raciocínio mais elaborado do que a mera informação entre corpo e é envolvente. Pressupõe-se um pensamento, uma lógica.

Conhecimento Vulgar/Popular:

É o método de conhecimento do tradicional (inato), da cultura, do tino geral, sem compromisso com uma apuração ou estudo de metodológica. Não pressupõe reflexão, é uma forma de inquietação passiva, acrítica e também que, além de subjetiva, é superficial.

Conhecimento Científico:

Preza pela apuração e também constatação. Procura por leis e também sistemas, procurando  explicar de forma racional aquilo que se está observando. Não se contenta com explicações sem provas concretas; seus alicerces estão na metodologia e também na racionalidade. Análises são fundamentais no processo de construção e também associação que o permeia, isso, coligado às suas demais peculiaridades, faz do conhecimento científico quase uma antítese do popular.

Conhecimento Filosófico:

Mais ligado à construção de idéias e também ideais. Procura as verdades do planeta por meio da indagação e também da polêmica; do filosofar. Desta maneira, de algum modo assemelha-se ao conhecimento científico, por valer-se de uma metodologia experimental, porém dele distancia-se por olhar de questões imensuráveis, metafísicas. A lascar da razão do varão, o conhecimento filosófico prioriza seu olhar sobre a requisito humana.

Conhecimento Teológico:

Conhecimento adquirido da fé teológica, é fruto da revelação da potestade. O alvo do Teólogo é atestar a existência de Deus e também que os textos Bíblicos foram escritos mediante inspiração Divina, devendo desse modo ser verdadeiramente aceitos como verdades absolutas e também incontestáveis. A fé é possível que consista-se em testes espirituais, históricas, arqueológicas e também coletivas que lhe dão sustentação.

Conhecimento Intuitivo:

Nativo ao humano, o conhecimento intuitivo refere-se à subjetividade. Às nossas percepções do planeta exterior e também à racionalidade humana. Manifesta-se de forma concreta enquanto, a título de exemplo, possui-se uma epifania.

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Nosso objetivo é apresentar o mais amplo leque de busca de conhecimento possível.

“Todo o nosso conhecimento se inicia com sentimentos” — Leonardo da Vinci
“O verdadeiro conhecimento vem de dentro” — Sócrates
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